#PAUSANAPAF - FÁBIO


 
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“Sou o Fábio, como vai?
No dia de hoje, eu vou bem.
Se tem uma coisa que a PAF me ensinou, é viver o agora.
Quando você se depara com uma doença como essa, não tem outro jeito.
Se você fica preso no passado, lembrando de quando era saudável, vai deixar o presente triste.
E o futuro também é incerto.
Eu não sei o que vai acontecer nos próximos anos.
Mas, mesmo assim, tenho algumas certezas.
Prometi para mim mesmo que jamais teria filhos.
Não quero levar esse gene adiante. 
Eu tinha 12 anos quando o meu pai adoeceu.
São mais de 30 casos de PAF na minha família.
Pessoas que se foram muito jovens, com 30 e poucos anos de idade.
Hoje, eu tenho 43 anos. Moro sozinho.
Ter PAF era cara ou coroa.
Eu sabia do risco. 
Mas tudo isso foi também um aprendizado.
Para viver melhor, eu precisei mudar. 
Estou voltando a colocar a minha vida em primeiro lugar.
Ando pensando nas coisas que eu quero fazer.
Eu gosto de viajar, por exemplo.
E tenho vontade de morar em Portugal.
Quem sabe um dia?
Porque quando você Pausa a PAF, a vida continua.”
 
FÁBIO FIGUEIREDO DE ALMEIDA, PACIENTE, EM DEPOIMENTO PARA A CAMPANHA PAUSA NA PAF.
 
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